Mulheres na Ciência

Por APDZ 11 de fevereiro de 2020

Quando você pensa em cientista qual é a primeira imagem que vem na sua mente?

Você provavelmente imaginou um homem de meia-idade, cabelos brancos usando um jaleco e possivelmente com alguns fios arrepiados.

Por que no imaginário popular quando falamos em cientistas a primeira imagem que vem em nossa mente é um homem? 

Esse fator não é aleatório, segundo dados da Unesco apenas 28% das pesquisadoras no mundo são mulheres, as mulheres continuam sendo minoria nos campos da engenharia, tecnologia, ciências e matemática.

No dia 11 de fevereiro é comemorado o dia internacional de mulheres e meninas na Ciência, e mesmo hoje, no século XXI, mulheres continuam sendo sub-representadas nas áreas de ciência e tecnologia.

Você provavelmente está lendo esse texto em seu smartphone, tablet ou computador, e se isso hoje é possível em parte é graças a uma mulher chamada Ada Lovelace que criou o primeiro algoritmo do mundo se tornando a primeira programadora da história.

Foi uma mulher a responsável pelo cálculo da ida do homem ao espaço, seu nome é Katherine Johnson, sua história pode ser vista no filme Estrelas Além do Tempo.

Marie Curie física e química, fez uma revolução no meio cientifico e é a única mulher a ter dois prêmios Nobel. Um em física por seus estudos sobre radioatividade e outro em química pela descoberta dos elementos químicos Polônio e Rádio.

Habilidades de meninas e mulheres em áreas de ciências exatas, no pensamento lógico-matemático sempre foram questionadas, reforçando o estereótipo de gênero. É preciso garantir que cada vez mais meninas ocupem lugares em ciência, tecnologia, engenharia e matemática.

A APDZ incentiva e estimula as alunas de seus colégios parceiros desde a educação infantil até o ensino médio a participarem ativamente desenvolvendo projetos tecnológicos, estimulando o raciocínio lógico-matemático e o pensamento científico por meio de atividades práticas que estimulam a resolução de problemas do mundo real com uma abordagem STEAM.

Para que as jovens de hoje se tornem as cientistas de amanhã é preciso construir desde da infância um ambiente que leve a maior participação e que apoie as meninas, para que no futuro mais mulheres ocupem esses espaços.